Criando conteúdo de qualidade do jeito que o Google gosta!

Para conseguir permanecer bem ranqueado nos mecanismos de busca, principalmente no Google, você deve criar conteúdos de qualidade para o seu site ou blog. Você pode até adotar inúmeras outras estratégias de SEO (Search Engine Optimization), porém se o seu blog não estiver recheado com artigos relevantes esqueça as demais estratégias e comece desde já a alimentá-lo com posts e artigos de qualidade.

E como criar artigos de qualidade do jeito que o Google gosta? Abaixo segue um artigo com 5 etapas que você deve seguir para criar seu artigo.

1 – Estudo das Palavras-chave para SEO

Toda a estratégia de criação de artigos está em trazer tráfego para o site. O tráfego é gerado quando o artigo contempla uma determinada palavra chave (termo de pesquisa) que é bastante procurada nos mecanismos de busca. Ex.: “Carnaval do Rio” é um termo de pesquisa bastante digitado nas caixas de pesquisa do Google. Os resultados que aparecem logo na primeira página são de sites que trabalharam essa palavra chave/termo de pesquisa em suas páginas.

Portanto, é fundamental saber escolher as palavras-chave corretas para o trabalho de criação de artigos. Como escolher?

São dois os fatores que você deve levar em consideração:

1 – Palavras chave que tenham bastante demanda (muita procura no Google)

2 – Palavras que tenham baixa concorrência

Demanda X Concorrência é o que deve ser analisado para escolher a palavra chave correta.

O Google tem uma ferramenta que permite analisar esses dois fatores e escolher a palavra. É a Ferramenta de palavra chave do Google Adwords.

2 – Pesquisa de conteúdo e estudo da concorrência em SEO

Uma vez escolhida a palavra chave então vamos criar o artigo.

Entretanto, não podemos criar o artigo da nossa cabeça. Temos que tentar descobrir o que o Google quer ler/saber sobre aquela palavra chave. Para saber o que o Google quer “escutar” não há nada mais prático do que digitar a própria palavra chave escolhida na caixa de pesquisa do Google e analisar os resultados.

Analise, entre os sites bem ranqueados para aquela palavra chave, o que eles escrevem. Dica: Vale pegar blogs que estão sendo bem indexados também. No menu de pesquisas do Google, onde tem “notícias”, “maps”, etc…tem “Mais”…clique e depois selecione “blogs”.

Em sua análise de artigos da concorrência atente para o que segue:

1 – Quais as informações principais constam nos artigos? (quais os principais tópicos)

2 – Possui muita ou pouca imagem?

3 – Possui vídeo?

4 – Quantas palavras tem esses artigos?

Analisando 10 artigos (despreze os sites que não são de conteúdo) você vai ter uma boa idéia sobre o que, no mínimo, deve comentar em seu artigo e como as informações devem estar organizadas.

Digo “no mínimo”, pois você não quer estar empatado com a concorrência. Coloque outras informações complementares, mais fotos, vídeos, etc. O objetivo é ter um conteúdo de qualidade melhor que o da concorrência.

Faça uma lista dos tópicos que você comentará em seu artigo.

3 – Criação do artigo

Agora que você possui os tópicos comece a redigir. Aqui tem início uma segunda etapa de pesquisas, muito importante, que não pode deixar de ser feita. Essa segunda pesquisa é mais detalhista, “micro”.

Exemplo: Vamos supor que você pesquisou “Carnaval do Rio” e encontrou os seguintes tópicos principais em sua análise da concorrência:

1 – Escolas de samba

2 – Sambódromo

3 – Preço dos ingressos

Vamos analisar o item 2 – “sambódromo”. Em sua pesquisa inicial, a palavra “sambódromo” apareceu, digamos, em 90% dos artigos. Ela é, portanto, um tópico que você não vai poder deixar de comentar em seu artigo.

Mas talvez, em todos os artigos da concorrência, o tópico “Sambódromo” foi relatado de forma superficial, sem detalhes.

Nestas situações, onde o tópico aparece sempre, e a concorrência trabalhou pouco ou de forma superficial, está uma oportunidade para você se diferenciar, fazendo uma segunda pesquisa “micro”  no Google sobre o Sambódromo do Rio de Janeiro e trazendo novas informações, de qualidade, para seus leitores.

Cuidados a serem considerados em SEO

1 – Nem sempre vale a pena investir nessas palavras superficiais que mencionamos. Se a concorrência toda não o fez, é por que talvez esse tópico não seja tão procurado no Google. Vale analisar a questão Demanda X Concorrência na Ferramenta de Palavras-chave do Google e ver até onde vale a pena detalhar o tópico no artigo.

2 – Um erro comum em SEO é detalhar demais um tópico, mais do que o próprio tema principal. Se a palavra chave que você está trabalhando é “Carnaval do Rio” e a palavra “Sambódromo” aparece mais que a principal em seu artigo então temos um problema. Nessas situações, o Google não vai entender qual palavra-chave você quer priorizar (“Carnaval do Rio” ou “Sambódromo”) e vai dividir a relevância do artigo pelas duas. Traduzindo: Nenhuma das duas ranqueará bem nas pesquisas do Google. Nessas situações crie um segundo artigo que fala sobre o Sambódromo. No primeiro artigo, onde o tema principal é “Carnaval do Rio”, comente rapidamente sobre o Sambódromo e coloque um link neste tópico para o segundo artigo que você criou (sobre o Sambódromo). Desta forma, você também estará dizendo para o Google que a palavra-chave “Sambódromo” está sendo priorizada no segundo artigo.

4 – Otimização do artigo para SEO

Uma vez redigido o artigo, agora é necessário otimizá-lo para fins de SEO. Aqui vou listar apenas os principais fatores de SEO relacionados à palavra-chave escolhido, porém não vou comentá-los detalhadamente. Farei isso em meu próximo artigo. Seguem:

  1. Título do artigo com a palavra chave;
  2. Densidade da palavra chave;
  3. Naturalidade do texto (cuidado em repetir de forma artificial as palavras);
  4. Títulos e sub-títulos (headings – são os próprios tópicos que você pesquisou – coloque a palavra chave nos headings);
  5. Qualidade das fotos e tamanho (efeito viral em mídias. Ex.: Pinterest);
  6. Direitos autorais (sempre mencionar a fonte – saber pesquisar a fonte);
  7. Fotos com a palavra chave no “alt”;
  8. Vídeos;
  9. Quantidade de palavras (mínimo de 800). Textos com conteúdo de qualidade geralmente são longos!

Se você não quer esperar pelo próximo artigo detalhando cada tópico acima, convido-o a ler alguns artigos já prontos que tenho em meu blog pessoal: http://carlosbarros.net.

5 – Revisão e Publicação

Tão importante quanto criar o artigo é revisá-lo. Infelizmente a maioria das pessoas não dá a devida importância para essa etapa. É certeza que você encontrará falhas e erros comuns. É só pesquisar pela internet e você encontrará muitos artigos, de blogs até famosos, com erros de português e/ou digitação (está aí mais uma oportunidade para você se diferenciar).

De nada adianta todo o trabalho de criação, horas pesquisando, horas escrevendo, coletando imagens e no final o artigo é publicado e esquecido com erros de digitação e erros de português….ou então com uma chamada feia, um parágrafo mal articulado.

Erros comuns:

1 – Erros de português/gramaticais;

2 – Palavras digitadas erradas (comum acontecer quando digitamos rápido);

3 – Parágrafos fora de ordem (muito comum….às vezes esquecemos de reorganizá-los);

4 – Parágrafos repetidos;

5 – IMPORTANTE: parágrafos copiados exatamente iguais aos da fonte (atenção aos direitos autorais). É comum esquecermos de alterar a redação da fonte para a nossa interpretação dos fatos. Se você quer copiar exatamente igual não deixe de mencionar a fonte.

Qualidade do artigo

Você precisa ler o artigo como se fosse um usuário/seguidor do blog. Para saber se um usuário gosta do seu artigo faça as seguintes perguntas para você mesmo:

 

  1. O conteúdo trata exatamente sobre o que o título do artigo divulga?
  2. Este artigo prendeu minha atenção até o final?
  3. Ele tirou minhas dúvidas ou trouxe informação que me complementou?
  4. Eu compartilharia esse artigo com um amigo ou no facebook/twitter/Google+?
  5. As fotos estão bonitas? Você salvaria esta foto em seu computador ou publicaria em algum mural? (Ex.: Pinterest)
  6. Esse vídeo é interessante?

Siga essas etapas e você vai conseguir criar um artigo de qualidade, do jeito que o Google gosta!! No próximo artigo vou trazer informações mais detalhadas sobre cada item de SEO que listei no tópico 4 acima.

Até la´!!

 

 

Qual a melhor ferramenta de pagamento digital?

Muitas pessoas me perguntam qual ferramenta de pagamento digital eu recomendo para implantar em suas lojas online.

A primeira pergunta é: Vale a pena trabalhar com uma ferramenta de pagamento digital ou é melhor tratar direto com as operadoras de cartão?

Se você está começando uma loja online e tem uma estrutura pequena, meu conselho é trabalhar com uma ferramenta de pagamento digital. É mais prático, mais organizado e, para quem tem pouco volume, o custo total financeiro é menor. Além disso você não fica com risco da transação (risco de fraude nos cartões).

Segue uma lista das ferramentas digitais que recomendo:

F2b – http://www.f2b.com.br
PagamentoDigital – http://www.pagamentodigital.com.br
PagSeguro – http://www.pagseguro.com.br
Paypal – http://www.paypal.com

Historinha sobre as ferramentas de pagamento digital

Em 2007, aproximadamente, quase não se ouvia falar em ferramentas de pagamento na internet. A única que existia no Brasil era a chamada BrPay, que depois foi comprada pela UOL e se transformou no hoje conhecido PagSeguro. Nos EUA o PayPall já existia e era sucesso, depois chegou ao Brasil.

Quem queria ter um site de e-commerce no Brasil tinha que apelar para a venda no boleto apenas, ou depósito bancário. Poucos se atreviam a implantar operações com cartão de crédito (era mais comum com médias e grandes empresas). Toda a implantação de venda com cartão de crédito exigia um bom conhecimento em programação e exigia que o vendedor arcasse com os riscos deste tipo de operação.

As empresas de pagamento digital então começaram a surgir e, com isso, muitos profissionais liberais e micro e pequenas empresas passaram a ter acesso à venda online. No início, entretanto, o serviço prestado era muito precário e os usuários/compradores, pelo fato de não conhecerem esses meios de pagamento, não efetuavam a compra, comprometendo a eficiência destas ferramentas no e-commerce.

Hoje, a questão dos pagamentos digitais é bem difundida. Ainda existem falhas por parte das empresas que oferecem este tipo de serviço, mas a realidade é outra e bem melhor. É a evolução do e-commerce agora acessível a todos os tipos e tamanhos de negócio.

10 dicas de como fazer um email marketing de sucesso

O principal motivo que leva as pessoas a acessarem a internet hoje é o email. Isso faz com que o  Email Marketing seja uma estratégia prática e eficiente em termos de publicidade online.

O Email Marketing evoluiu muito  nos últimos anos. Hoje existem uma série de ferramentas na internet que possibilitam um ótimo gerenciamento das bases de email e mensuração dos resultados das  campanhas (quantas pessoas abriram a mensagem, quantas clicaram, quantas pediram para não fazer mais parte da lista, etc.)

Mas como fazer um email marketing eficiente?

O principal fator no sucesso de uma campanha de email marketing é a “relevância” da mensagem. A mensagem que você está prestes a enviar é relevante para o destinatário de sua base? Com base nisso listo abaixo 10 dicas importantes que você deve atentar para a montagem de uma campanha de email marketing de sucesso:

1 – Construindo listas de email sólidas para o email marketing

A primeira coisa a fazer é criar uma base de emails sólida. Sem uma base de emails relevante não existe Email-Marketing. Existem várias dicas de como construir bases de emails, mas o importante é ter sempre em mente que os emails de sua base devem ser de pessoas que consentiram em receber suas mensagens. Você deve adotar estratégias de opt-in para seus cadastros. O conceito de opt-in significa que as pessoas optam por fazer parte de sua lista.

Não compre base de terceiros, desconhecidas. Além de ser anti-ético e alimentar uma prática de spam, não é sustentável. Após ler este artigo inteiro, você vai entender por quê. Ao invés disso, invista esforços para montar sua própria base de forma sólida.

2 – Segmente sua base de emails

Aqui está o grande segredo do Email Marketing. A maioria das empresas envia suas campanhas para a base toda de seus clientes, sempre. A forma correta seria segmentar a base por idade, sexo, renda, comportamento,etc. São infinitas as possibilidades de segmentação. Desta forma, você aumentará a relevância da mensagem para o destinatário, evitando o opt-out (quando o destinatário pede para não mais receber as mensagens) e o reporte de spam (quando a pessoa denuncia sua mensagem como spam).

Quando suas mensagens sofrem muitas denúncias de Spam, isso é mal visto pelos servidores de email, que passarão a entregar suas próximas mensagens direto para a caixa de spam dos destinatários. A reputação de seu domínio fica prejudicada frente aos servidores.

O que é reputação de domínio ou reputação de IP? Suas mensagens serão enviadas com um email remetente, correto? Esse remetente está ligado a um domínio. Ex.: Se o domínio de sua empresa é www.minhaempresa.com.br, o email que vai no “De” (ou no “From”) de sua mensagem poderia ser “informativo@minhaempresa.com.br”. Ou seja, este email está ligado ao domínio “minhaempresa.com.br”. Este domínio possui uma reputação frente aos servidores de email. Se muitos destinatários denunciarem as mensagens vindas  de “informativo@minhaempresa.com.br” a reputação do dominio começara a cair, cair….até que é colocado numa lista negra e a entregabilidade de suas mensagens ficará seriamente comprometida.

3 – Cuidados com o HTML da mensagem para evitar filtros anti-spam

O filtro de spam dos servidores consideram diversos critérios para determinar se uma mensagem é spam ou não. Esses filtros buscam por palavras como “clique aqui”, ou “Grátis” ou “50% OFF”, ou “Promoção imperdível”…que são termos geralmente utilizados por empresas que adotam práticas de spam. Além dos termos utilizados na mensagem existem outros critérios, como  mensagens que utilizam muitas cores, muitos pontos de exclamação no campo do assunto,etc.

Cada critério recebe uma pontuação pelos filtro spam dos servidores. Se sua mensagem receber um “spam score” (pontuação de spam) muito alta, além do limite considerado como spam no servidor, ela será encaminhada para a caixa de spam do destinatário.

Qual a pontuação limite? Infelizmente não é possível saber. Cada servidor utiliza um limite diferente e pontua os critérios de forma diferente.

Além disso, os critérios utilizados pelos servidores evoluem com o passar do tempo, pois eles aos poucos vão descobrindo novas práticas de spam e passam a se  adaptar. Algumas dicas para ter uma pontuação boa nos filtros spam:

  • Evite os termos de spam mais utilizados: desconto, promoção, grátis, X% off, dinheiro, etc (percebam que essas palavras geralmente estão associadas a mensagens de spam);
  • Não exagere nos pontos de exclamação !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!;
  • EVITE LETRAS MAIÚSCULAS (CAPS)….PARECE QUE VOCÊ ESTÁ GRITANDO (principalmente no assunto das mensagens);
  • Evite muitas cores, principalmente as mais chamativas (vermelho, ou verde). Isso indica que você está tentando chamar a atenção do destinatário;
  • Utilize códigos limpos de HTML. Muitas pessoas convertem textos em Word para HTML. Esse código transformado vem com uma série de scripts desnecessários, o que torna o código da mensagem “sujo”. Os filtros spam sabem que aquela mensagem não foi criada por um profissional.;
  • Mescle texto com imagens e NUNCA use somente uma grande imagem em sua mensagem. É muito importante ter textos no HTML (o ideal seria uma proporção 50% imagens 50% textos – visualmente falando). Isso por que os filtros spam não podem ler imagens, então eles podem pensar que você está tentando enganá-los.

4 – Sua mensagem é relevante?

Quão relevante é a sua mensagem para o destinatário? É isso que faz a diferença.

Por mais que você tenha um HTML bem desenhado, bases opt-in, etc…os indicadores de reputação são muito dinâmicos e estão se tornando cada vez mais sofisticados. O Gmail, por exemplo, está criando caixas prioritárias, que analisa as mensagens de acordo com a interatividade do destinatário. Portanto, vamos criar mensagens relevantes para nossos clientes.

5 –  Trabalhe os emails ativos diferente dos inativos

Essa dica é fundamental para manter uma boa reputação de seu domínio frente aos servidores.

Os relatórios oferecidos pelas ferramentas de email marketing possibilitam que você descubra quais destinatários interagem mais ou menos com suas mensagens.

Destinatários que nunca abrem suas mensagens ou raramente abrem são considerados inativos. Por outro lado, existem aqueles usuários que quase sempre abrem as mensagens, clicam, dão forward…ou seja interagem, são ativos.

De posse dessas informações, você deve separar os destinatários ativos dos inativos e trabalhar campanhas diferentes para cada uma dessas bases.

Você não vai querer enviar para os inativos na mesma frequência que você envia para os ativos. Se os inativos não interagem, a troco de que você vai ficar enchendo a caixa deles de mensagens? Isso só aumentará as chances de denúncias de spam.

Além disso, os inativos diminuem os índices de taxa de abertura de sua campanha (pois eles não abrem), prejudicando a reputação de seu domínio perante os servidores de email.

Portanto, para os inativos, você enviará numa frequência menor. Além disso, fará campanhas diferenciadas. Use a criatividade. A regra aqui é tentar reativá-los. Muitas empresas elaboram promoções especiais somente para essa base, na tentativa de recuperar esses destinatários. Uma vez que ele ficou ativo novamente, jogue-o para a base de ativos.

6– Mantenha sua base de emails higienizada

É importante que, de tempos em tempos, você limpe sua base de emails que sabidamente não existem (por estarem digitalizados errado ou por terem sido desativados) ou que não possuam interatividade nenhuma com suas mensagens (emails inativos que, por mais que você tente reativá-los, não obteve sucesso). Além disso, os servidores de email identificam esses emails inexistentes. São os chamados hard-bounces. São várias as causas do hard-bounce, mas o principal é quando a mensagem é enviada para um email que não existe e retorna. Existem também os soft-bounces, que é quando um email volta pelo fato da caixa de entrada do destinatário estar lotada, por exemplo. No caso do soft-bounce, o email existe, pode ser um email bom, porém naquele momento não foi possível entregar a mensagem. É importante também, que, depois de algumas vezes que você tentou enviar para um destinatário e continua ocorrendo soft-bounce, este email seja excluído de sua lista.

Portanto, eliminte periódicamente os emails que geram hard-bounce e administre aqueles que geram soft-bounce. Desta forma, sua lista de emails estará sempre higienizada, aumentando a reputação de seu domínio e evitando que suas mensagens sejam classificadas como spam pelos servidores de email.

 

7 – A importância do campo Assunto em Email Marketing

O que acontece quando você lê no assunto “pamonha” e quando abre a mensagem você encontra “banana”?

Se você abriu a mensagem imaginando que iria encontrar uma pamonha e, ao contrário do que esperava, surgiu uma fruta, as chances de você se chatear são grandes. Você provavelmente deletará a mensagem, ou solicitará um opt-out ou pior, denunciará spam.

Agora, se você leu “pamonha”, abriu e encontrou “pamonha” as chances de você clicar para acessar o site são grandes. Isso aumenta a taxa de cliques (CTR – Click Through Rate) de sua campanha.

Portanto, crie assuntos relacionados ao conteúdo de sua mensagem. Além disso, seja criativo para chamar a atenção do destinatário. Só escrever “pamonha” não ajuda muito…..talvez “Pamonhas, pamonhas, pamonhas…pamonhas de Piracicaba”…(bricandeira….. não façam isso!…..nunca vendam pamonhas)

8 – Landing Pages em Email Marketing

As Landing Pages em Email Marketing, ou páginas de aterrisagem, ou páginas de entrada, são as páginas para onde o usuário é direcionado quando clica em sua newsletter em busca da oferta ou informação divulgada. Existem várias técnicas de como criar landing pages eficientes. Da mesma forma que no exemplo do “Assunto” comentado no item anterior, é fundamental que a Landing Page esteja relacionada com a sua newsletter, do contrário você não terá muitas conversões e ainda perderá a confiança de seu cliente.

9 – Envie emails com certa frequência

Enviar mensagens para uma determinada base com certa regularidade cria vínculo com o destinatário. Entretanto, você deve tomar cuidado. Descobrir a periodicidade perfeita não é fácil e requer tempo. Se você deve enviar uma vez a cada 15 dias ou uma vez por dia vai depender de diversos fatores: do seu negócio, do comportamento do seu cliente, etc. Enviar mensagens numa frequência maior do que o seu cliente gostaria resultará em opt-out (o cliente pede para sair). Enviar com espaços de período muito longos, por outro lado, faz com que o destinatário não lembre de você. Se ele solicitou para receber sua mensagem (opt-in), pode não se lembrar que fez a solicitação e se sentir invadido quando receber, denunciando spam.

A frequência de envio feita da forma correta também é vista com bons olhos pelos servidores de email e aumenta sua reputação.

Geralmente envia-se de uma a duas vezes por semana.

10 – Mensure os resultados do Email Marketing

Hoje existem diversas ferramentas de envio de emails. Todas elas oferecem relatórios detalhados e precisos sobre o comportamento e interatividade de seus destinatários. Você consegue saber quantas pessoas abriram sua mensagem (taxa de abertura), quantas pessoas clicaram em algum link de sua mensagem (CTR) e qual o link, quantas solicitaram opt-out e reportaram spam, entre outras informações. Uma ferramenta que gosto muito de usar é o mailchimp.com

Com esses dados em mãos você poderá mensurar a efetividade de suas campanhas e poderá planejar melhor suas futuras campanhas. Melhor ainda, você também poderá traçar o comportamento do destinatário (se ele interage muito ou pouco e, com base nos links que ele clicou, quais os produtos, serviços ou informações que está mais interessado).

O que é Landing Page e dicas de como criar landing pages eficientes

Landing Page é o termo utilizado pelos gestores de marketing online quando se referem  à página de destino de um site com o propósito específico de convidar o usuário a concluir uma ação (Ex. compra online). A tradução seria “Página de Aterrissagem” ou “Página de Aterragem”. É geralmente a página para onde o usuário é direcionado após clicar em um anúncio, banner, link patrocinado, etc.

Em outras palavras, a Landing Page é aquela página onde você quer “fisgar” o usuário para que ele conclua uma ação (compra, cadastro de email, preenchimento de uma pesquisa, etc.). Neste sentido, ela receberá o usuário e geralmente o direcionará para uma outra página final, onde ele concluirá a ação/compra.

Abaixo seguem algumas dicas e orientações de como otimizar uma landing Page.

 

Mantenha as aparências…..

Geralmente as landing pages são vistas por muitos usuários novos, que não conhecem o seu site. É muito provável até que eles estejam passando por ali, sem qualquer intenção de compra. Eles não conhecem você. Não sabem se seu site é seguro ou respeitado. Portanto, qualquer erro de digitação, gramática, design mal feito ou qualquer pequena falha abalará a credibilidade de seu usuário que rapidamente deixará sua página.

Revise sempre todos os links, imagens e certifique-se de que tudo está funcionando perfeitamente. Se a sua landing page não está funcionando, por quê o serviço que você presta ou produto que vende funcionaria?

 

Não perca tempo reinventando a roda

Antes de planejar o desenho de sua Landing Page faça uma pesquisa em seus concorrentes. É óbvio que você precisa ser criativo e mostrar diferenciais, mas até para isso é importante você saber como a concorrência trabalha suas páginas.

 

Cumpra a promessa

O usuário caiu em sua Landing Page procurando aquilo que você prometeu no anúncio ou banner. Portanto, é muito importante que sua Landing Page cumpra com a promessa. Fazer anúncios de um produto “A” como chamariz para um produto “B” pode até funcionar, mas vai fazer com que sua taxa de conversão seja extremamente baixa, além de abalar a credibilidade de seu cliente/usuário.

 

Convide de forma clara e precisa

Você pode encarar a landing Page como um “convite para uma ação”. Muito provavelmente as pessoas que chegaram à ela já estão interessadas no produto/serviço e, em muitos casos, já conhecem o produto/serviço. Elas apenas estão aguardando um convite para concluir a ação.

Portanto, seja claro no seu convite. Se você está convidando alguém para comprar algo, insira um botão “comprar”. Não fique com cerimônias, afinal, o usuário entrou lá para isso. Todo o desenho e arquitetura de sua landing Page deve suportar o seu convite. Tudo que você adicionar em sua landing Page deve ter o propósito de incentivar o seu usuário a aceitar aquele convite e prosseguir com a ação.

Sua landing Page tem poucos segundos para se tornar convincente e guiar o usuário para conclusão da ação. Simplesmente adicionar conteúdo desnecessário somente contribuirá para confundir ou frustrar o cliente.

Em alguns casos, no entanto, um conteúdo mais extenso é necessário. Nestas situações é importante saber discorrer sobre o conteúdo sempre indo da informação mais abrangente para o mais detalhado. Comece com as informações mais importantes.

 

A marca e o seu site são secundários na landing page

A sua landing page tem um propósito específico de fazer com que o usuário conclua uma ação. Ele já entrou em seu blog ou site, já viu seu logotipo. Ele pode não conhecer sua empresa ou seu histórico, mas não é agora, no momento frágil e delicado de convencê-lo a concluir uma ação, que você irá contar uma longa história sobre sua vida para ele. Não é para isso que ele acessou sua Landing Page. Ele agora está inclinado a uma outra ação.

Não desperdice, portanto, espaços de sua landing Page com logotipos grandes de seu site/empresa. Priorize o espaço para o serviço/produto que quer vender ou ação que quer concluir.

 

Testemunhos na landing page

Muitas landing pages vem acompanhadas de testemunhos. Isso pode trazer credibilidade. Caso você consiga testemunhos de qualidade e isso não polua sua landing page, é importante adicionar.

 

As pessoas clicam em botões!!!

Já é inconsciente na internet….as pessoas clicam em botões. Uma vez que o internauta já se sentiu atraído pelo conteúdo de sua landing page e quer concluir a compra, ele vai atrás de um botão. Então facilite a vida de seu usuário. Crie botões precisos, bem definidos.Se sua landing page exigir um conteúdo muito extenso, é importante que você repita o botão ao longo da página.

 

Não exija muito de seu usuário

Cuidado com formulários de cadastro muito extensos. Exija apenas o essencial para conclusão da ação.

 

Teste…teste mais um pouco….e depois, para finalizar, faça  um teste!

Como tudo em marketing na internet, é importante testar. Elabore algumas Landing Pages e teste para ver qual é a melhor. Eu sei…é trabalhoso! Mas você pode estar deixando de vender por que o botão é vermelho e não verde….pense nisso!

Marketing na Internet

O Marketing na internet, ou publicidade online, é o marketing que mais cresce no mundo. E preciso dizer, nunca o marketing foi tão legal de se fazer. Hoje o publicitário ou gestor de marketing tem à disposição uma série de ferramentas novas, eficientes, baratas e o melhor: mensuráveis.

São 5 as principais frentes do Marketing na Internet, as quais listo e explico mais adiante neste artigo. No entanto, é muito importante que você saiba usá-las de acordo com o perfil de seu público e o posicionamento de sua empresa (como em qualquer estratégia de marketing). E, mais ainda, se você puder, lance mão de todas elas, pois elas são extremamente sinérgicas no mundo online.

É importante também estar bem atualizado, pois se no “mundo offline” a coisa muda rápido, imagine na internet. Antigamente otimizar seu site para aparecer em primeiro lugar no Google era relativamente fácil. Hoje uma série de estratégias somadas precisam ser pensadas para que isso aconteça. Outra tendência forte, pouquíssimo explorada, são os aplicativos (apps) para smartphones e tablets.

Seguem as 5 frentes de marketing na internet:

SEO – Search Engine Optimization (Otimização nos mecanismos de busca)

SEO é um conjunto de práticas utilizadas para melhorar a indexação de um determinado site nos mecanismos de busca natural (busca orgânica). São mais de 100 fatores que os buscadores levam em consideração para definir qual site virá na frente para um determinado termo de pesquisa (palavra-chave).

Links Patrocinados

Links patrocinados ou links pagos são serviços pagos oferecidos pelos mecanismos de busca para que você tenha um anúncio destacado em suas páginas.

Email Marketing

O Email Marketing é a estratégia de marketing direto através de envio de emails. Muito utilizada para divulgar uma marca, produto ou serviço. Também funciona muito bem para fidelização de clientes.

O Email Marketing não é SPAM. O Email Marketing deve ser usado para uma base segmentada de clientes que previamente optou por receber os informativos, promoções, newsletters, etc.

Mídias Sociais

Estar inserido nas Mídias Socias hoje é fundamental para o sucesso no Marketing Online. Os próprios mecanismos de busca estão levando o fator mídia social (social signals) para dar mais ou menos relevância a um determinado site, e assim indexá-lo melhor ou pior. É importante, entretanto que você tenha uma estratégia bem clara de como promover seu site nas mídias sociais. Entrar neste meio sem um plano pode ser um tiro no pé.

Dentro do conceito de Mídias Sociais eu costumo colocar também o chamado “Marketing de Opinião” e também os blogs. Considero as estratégias de marketing em blogs uma espécie de mídia social, já que você estará fazendo marketing socialmente.

Marketing Viral
Consiste em divulgar seu site através de indicações, compartilhamentos, “shares”. É comum oferecer algum brinde ou remuneração para quem indicar ou convidar um amigo.

Explicando o conceito de Link Patrocinado com exemplos

O que é Link Patrocinado?

Link patrocinado é um serviço oferecido pelos mecanismos de busca onde você paga para ter seu anúncio exibido quando alguém efetua uma pesquisa.

A principal característica deste serviço é que você paga por cliques recebidos. Ou seja, você só paga se receber cliques no seu anúncio. Você também deve informar os mecanismos de busca para quais termos de pesquisa (palavras-chave) quer que seu anúncio seja exibido.

Qual a diferença entre Link Patrocinado (link pago) e Link não pago?

Os links não pagos, se é que se pode denominar desta forma, nada mais são do que os próprios resultados que retornam na busca natural dos mecanismos de pesquisa. No Google, por exemplo, quando você digita um termo de pesquisa, naturalmente aparecem diversos resultados de sites relacionados aos termos pesquisados. Os sites que são listados não pagam para estar lá. Qualquer um pode ter o site sendo exibido nessas pesquisas gratuitamente. Basta estar indexado no mecanismo de busca em questão.

Existem técnicas para fazer com que um site seja melhor indexado na busca natural dos diversos mecanismos de pesquisa. São as chamadas práticas de SEO – Search Engine Optimization.

Os links pagos, ou links patrocinados, são os anúncios que aparecem de forma destacada no topo da página dos mecanismos de busca, ou no lado direito, em um pedaço específico, para diferenciá-los da busca natural. Para que seu anúncio seja exibido nestas regiões destacadas das páginas dos mecanismos de busca, você deve pagar.

Outra diferença entre link pago e não pago, é que no link não pago, ou seja, na busca natural, você não consegue determinar de forma precisa quando seu site será exibido ou qual posicionamento. Já no link patrocinado, desde de que você tenha orçamento disponível, você pode fazer com que seu site seja exibido de forma imediata para o termo pesquisado e ainda escolher com certa precisão o posicionamento frente aos seus concorrentes.

É caro investir em Links Patrocinados?

Se a pergunta por traz é “Preciso de muito dinheiro para trabalhar com Links Patrocindos?”, então a resposta é NÃO.

O limite mínimo para investir em links patrocinados geralmente não é alto na maioria dos mecanismos de busca. Com R$ 100,00 (cem reais) você já pode começar a brincadeira.

O Google, por exemplo, a todo momento oferece promoções com cupons de presente no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) para quem quiser começar a empreender neste tipo de divulgação.Ou seja, você pode começar sem gastar nada.

Agora, o link patrocinado, se configurado de forma errada, ou sem um planejamento, pode sim sair muito caro no final. Vamos a um exemplo para ajudar a entender melhor como funciona o racional por traz dos links patrocinados:

Exemplo sobre link patrocinado

Neste exemplo, você é proprietári(a)o de uma loja virtual que vende vestidos de festa e quer divulgar sua loja no Google através de link patrocinado.

1º PASSO – Escolha do termo de pesquisa (palavra-chave)

Primeiro você precisa definir para qual, ou quais, termos de pesquisa gostaria que seu anúncio fosse exibido. Por exemplo, você poderia escolher as palavras “vestido de festa”. Desta forma, seu anúncio seria exibido para os usuários do Google que fizessem uma pesquisa utilizando os termos “vestido de festa”. Você pode escolher mais de um termo, porém, para este exemplo, permaneceremos em apenas um.

2º PASSO – Crie um anúncio

Uma vez que você já definiu a(s) palavra(s)-chave (termos de pesquisa), agora você precisa criar um anúncio, que poderia ser:

Vestidos de Festa
Aproveite a promoção
Pague em 10 x sem juros
www.dominiodasualoja.com.br

3º PASSO – Quanto você quer pagar por cada clique

Agora que você já definiu as palavras-chave e já criou um anúncio, você precisa informar ao Google quanto gostaria de pagar para cada clique que receber em seu anúncio. Vamos supor que você estaria disposto a pagar R$ 0,50 (cinquenta centavos de real) para cada clique recebido. Então você informa este valor ao Google.

A partir daí, o Google exibirá seu anúncio quando alguém pesquisar por “vestido de festa” e, para cada clique que seu anúncio receber, o Google vai lhe cobrar R$ 0,50 (cinquenta centavos de real). O Google também pede para você informar o máximo que estaria disposto a gastar em sua campanha, para que não estoure seu orçamento pessoal.

4º PASSO – Administrar a posição que gostaria que seu anúncio seja exibido

Assim como você, outros lojistas, que são seus concorrentes, também investem em links patrocinados. Qual o critério utilizado então pelo Google para determinar quem aparece na primeira posição, segunda posição, terceira…. e assim por diante.

Basicamente, o Google leva em consideração o custo por clique informado, ou seja, o valor que você informou que gostaria de pagar para cada clique recebido. O custo por clique (CPC) em nosso exemplo é R$ 0,50 (cinquenta centavos de real).

Ou seja, se algum concorrente seu informar ao Google que gostaria de pagar, digamos, R$ 0,60 (sessenta centavos de real), o anúncio dele aparecerá acima do seu nas pesquisas, pois ele está pagando mais. É como se fosse um leilão: quem tem o maior CPC (custo por clique) aparece antes.

 

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